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Psiquiatria clínica, avaliação diagnóstica e cuidado individualizado

Psiquiatria não é só prescrição. O cuidado em saúde mental também envolve escuta clínica, avaliação diagnóstica, compreensão da história de vida, orientação prática e revisão contínua do plano terapêutico.

CRM-SP 178.924 | RQE 78.993

Foco em TDAH, autismo, ansiedade, burnout, transtornos alimentares, humor, personalidade, psiquiatria da infância e adolescência e casos complexos, dúvidas diagnósticas e resposta parcial a tratamentos anteriores com avaliação cuidadosa, explicações claras e plano terapêutico individualizado.

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CONHEÇA O

Dr. Bruno Leonardo Bublitz é médico psiquiatra, CRM-SP 178.924, RQE nº 78.993. Formou-se em Medicina pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná e realizou residência médica em Psiquiatria na Santa Casa de São Paulo. Possui formação complementar em Psiquiatria da Infância e Adolescência e em Transtornos Alimentares pela USP, além de estudos em terapias comportamentais, neurodesenvolvimento e psiquiatria forense.


Atende adultos, crianças e adolescentes, com foco em avaliação diagnóstica cuidadosa, acompanhamento longitudinal e construção de planos terapêuticos individualizados. Sua prática integra evidências científicas, experiência clínica, escuta qualificada e decisões compartilhadas com o paciente e, quando indicado, com sua família.

Dr. Bruno Bublitz

ÁREAS DE ATUAÇÃO EM PSIQUIATRIA

Infância e adolescência

Casos complexos e segunda opinião

Acompanhamento psiquiátrico integrado

Assistência técnica jurídica em psiquiatria

Neurodesenvolvimento em crianças e adultos

Transtornos alimentares, corpo e autoimagem

Cuidado especializado em cada fase do desenvolvimento

Psiquiatria não é só remédio

Quando o diagnóstico não fecha — ou o tratamento não avança

Comida, corpo e emoções nem sempre podem ser separados

TEA, TDAH e outros perfis do desenvolvimento podem aparecer de formas diferentes ao longo da vida

Atuação em processos cíveis e trabalhistas

O acompanhamento psiquiátrico vai além da prescrição. Envolve compreender sintomas, história de vida, rotina, sono, relações, tratamentos anteriores e os fatores que mantêm o sofrimento psíquico.


A medicação pode ser importante quando indicada, mas o cuidado também pode incluir psicoeducação, orientações práticas, manejo de crises, articulação com psicoterapia, diálogo com família ou escola e revisão longitudinal do diagnóstico.


O objetivo é construir um plano de cuidado técnico, individualizado e possível na vida real.

Alguns quadros não cabem em uma única hipótese diagnóstica. Sintomas se sobrepõem, comorbidades se acumulam e tratamentos anteriores podem ter gerado resposta parcial, efeitos adversos ou pouca clareza sobre o caminho a seguir.


Nesses casos, uma avaliação mais aprofundada permite revisar o diagnóstico, reconstruir a história clínica, analisar condutas já realizadas e organizar novas possibilidades terapêuticas.


Às vezes, o próximo passo não é tentar mais uma coisa — é compreender melhor o caso.

A relação com a comida raramente é só sobre comida. Pode envolver controle, ansiedade, comparação, culpa, vergonha, insatisfação corporal, dietas repetidas, restrição, compulsão alimentar ou efeito sanfona.


Quando a alimentação passa a ocupar espaço demais na vida mental — pelo medo de engordar, pela rigidez, pela perda de controle ou pela sensação constante de fracasso — é importante avaliar o que sustenta esse ciclo.


O acompanhamento psiquiátrico busca compreender sintomas, hábitos, emoções, autoimagem, comorbidades e riscos clínicos, construindo um plano de cuidado individualizado e sem julgamento.


Cuidar da alimentação também pode ser cuidar da história, das emoções e da relação com o próprio corpo.

Crianças e adolescentes nem sempre expressam sofrimento da mesma forma que adultos. Ansiedade, tristeza, apatia, irritação, dificuldades de comunicação, alterações de comportamento, queda no rendimento escolar ou conflitos familiares podem indicar que algo precisa ser avaliado com cuidado.


A avaliação psiquiátrica considera emoções, linguagem, comportamento, escola, amizades, família e contexto de vida. Nem toda dificuldade é um transtorno, mas todo sofrimento persistente merece atenção.


Acolhimento, ciência e respeito em cada etapa do desenvolvimento.

A assistência técnica em psiquiatria oferece suporte especializado em processos que envolvem saúde mental, capacidade funcional, nexo causal, dano psíquico, incapacidade laboral, interdição, responsabilidade civil ou análise de laudos periciais.


O trabalho inclui estudo dos documentos médicos e processuais, elaboração de pareceres, formulação de quesitos, acompanhamento da perícia judicial e manifestação técnica sobre o laudo.


Na área cível e trabalhista, a análise psiquiátrica contribui para esclarecer a existência de transtorno mental, sua repercussão funcional, sua relação com os fatos discutidos no processo e os limites técnicos da conclusão pericial.


Atuação objetiva, fundamentada e tecnicamente qualificada em questões judiciais envolvendo saúde mental.

Nem todo TDAH é evidente na infância. Nem todo autismo foi percebido cedo. Crianças, adolescentes e adultos podem passar anos sendo descritos como “distraídos”, “difíceis”, “ansiosos”, “desorganizados”, “intensos” ou “sensíveis demais”, quando pode haver um padrão de funcionamento que merece avaliação cuidadosa.


A avaliação psiquiátrica considera história de vida, desenvolvimento, escola, trabalho, relações, atenção, impulsividade, comunicação, rigidez, sensibilidade sensorial, organização e regulação emocional.


O objetivo não é apenas dar um nome ao quadro, mas compreender como a pessoa funciona e construir intervenções realistas, individualizadas e tecnicamente fundamentadas.


Avaliação completa, diagnóstico cuidadoso e plano terapêutico individualizado para crianças, adolescentes e adultos com suspeita de TEA, TDAH e outros transtornos do neurodesenvolvimento.

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DIFERENCIAIS DO DR. BRUNO BUBLITZ

A psiquiatria exige escuta, técnica e tempo para compreender o funcionamento de cada pessoa. O trabalho do Dr. Bruno Bublitz combina avaliação diagnóstica cuidadosa, formação clínica sólida e construção de planos terapêuticos individualizados.

Formação ampla em psiquiatria

Médico psiquiatra pela Santa Casa de São Paulo, com formação complementar em Psiquiatria da Infância e Adolescência e Transtornos Alimentares pela USP, além de estudos em neurodesenvolvimento, terapias comportamentais e psiquiatria forense.


Essa trajetória permite integrar diferentes áreas da psiquiatria no atendimento de adultos, crianças e adolescentes, especialmente quando os sintomas não cabem em uma única explicação.

Experiência com quadros complexos

Avaliação diagnóstica cuidadosa

Impulsividade, desatenção, tristeza, alterações alimentares ou dificuldades sociais podem ter causas diferentes — e, muitas vezes, sobrepostas.


A avaliação considera história de vida, desenvolvimento, sintomas atuais, funcionamento familiar, escolar ou profissional, tratamentos prévios e diagnósticos diferenciais, com explicações claras ao paciente e à família.

Muitos pacientes chegam após tratamentos anteriores, diagnósticos diferentes, resposta parcial a medicações ou dúvidas sobre TEA, TDAH, transtornos alimentares, personalidade, humor ou ansiedade.


Nesses casos, o objetivo é organizar a história clínica, revisar hipóteses, compreender fatores que mantêm o sofrimento e construir um plano terapêutico realista, tecnicamente fundamentado e possível de acompanhar ao longo do tempo.

Cuidado integrado ao contexto do paciente

O tratamento psiquiátrico pode envolver medicação, mas não se limita a ela. Quando indicado, inclui psicoeducação, orientações práticas, articulação com psicoterapia, diálogo com família, escola ou outros profissionais e revisão contínua da evolução clínica.


O foco é que o cuidado faça sentido na vida real do paciente — considerando rotina, relações, autonomia, preferências e possibilidades concretas de mudança.

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A CLÍNICA

Atendimento presencial no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, próximo à estação Consolação, além de teleconsulta. O consultório possui estrutura para atendimento de adultos, crianças e adolescentes.

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Perguntas Frequentes

O Dr. Bruno atende por convênio?

Não. Apenas consultas particulares.

Como funciona a primeira avaliação?

A primeira avaliação é realizada em duas etapas dentro de um período de até 30 dias: uma avaliação inicial de até 2 horas, presencial ou por teleconsulta, e uma reavaliação online de 30 minutos. Em menores de 12 anos, a primeira avaliação é preferencialmente presencial, salvo situações específicas.

Como é feita a avaliação de TDAH, TEA ou outras condições psiquiátricas?

O diagnóstico é clínico e considera história de vida, desenvolvimento, sintomas atuais, funcionamento em diferentes contextos, comorbidades, tratamentos anteriores e informações de familiares ou escola quando pertinentes. Escalas, exames ou avaliação neuropsicológica podem complementar a investigação quando houver indicação, mas não substituem a avaliação clínica.


O tratamento é apenas com remédios?

Não. Também utilizo técnicas que são aplicadas na terapia cognitivo comportamental e mindfulness, escolhendo as melhores evidências científicas e sempre tomando a decisão do tratamento em conjunto com o paciente.

(11) 95322-1716

São Paulo -SP

Avenida Paulista, 2073 - Conjunto Nacional - Horsa II, Cj 101 - Jardins,
São Paulo/SP, 01311-940

Segunda a sexta, das 9h às 18h

Dr. Bruno Leonardo Bublitz — MÉDICO — CRM-SP 178.924 — PSIQUIATRA— RQE 78.993

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